segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Acácio se recusa a cantar somente para 300 pessoas em Arací

O cantor Acácio “O ferinha”, natural de Cansanção-BA, hoje é um sucesso absoluto na região e principalmente na Capital Paulista onde com seu carisma e músicas de sucesso ganhou espaço e chegou a se apresentar em Programas de TV de grande audiência como Gilberto Barros, Raul Gil e diversas vezes no Programa do Ratinho, sem falar nos Programas de Rádio de grande audiência como “Mano Veio e Mano Novo” e sempre arrastou multidões pelas principais Casas de Shows da Capital Paulista, mas o sucesso indiscutível do cantor Acácio parece ter subido à cabeça. Em um Show que seria realizado no último sábado (19) na AABB de Araci-Ba, a notícia veio à tona depois que pessoas começaram a divulgar nas redes sociais um vídeo que mostra o organizador do evento explicando o motivo do cancelamento da apresentação do cantor. 

No vídeo dá para ver claramente a ausência de público e o organizador do evento tentando explicar em meio às vaias e xingamentos, que o cantor Acácio havia se recusado a cantar.  Segundo a organização da festa que foi idealizada por “Balbino e Zezinho do Arregaço”, a estrutura estava pronta para o show,  os instrumentos estavam prontos, apenas aguardando os músicos subirem ao palco, porém ao perceber a ausência do público o cantor Acácio teria se recusado a se apresentar para apenas 300 pessoas na cidade de Araci-Ba. A organização pediu desculpas aos fãs que compareceram ao evento pela atitude do cantor e se comprometeu a efetuar a devolução do valor pago nos ingressos. Diante desta situação o público ficou revoltado e prometeu boicotar os próximos shows do artista na cidade e região. "Perdeu 300 fãs" disse um deles em um comentário na rede social.

Mesmo diante da exposição deste fato, nem a produção nem o cantor Acácio se pronunciaram oficialmente para explicar o ocorrido. A falta de público é algo que tem ocorrido nos últimos meses talvez por conta da crise no país. Um fato muito parecido ocorreu esta semana com a cantora Paula Fernandes que teve seu show cancelado na cidade de Vitória da Conquista –BA, também por falta de público, porém foi uma surpresa para os fãs esse ocorrido com o cantor Acácio, pois na sexta feira o cantor fez um show pago na cidade de Euclides da Cunha e foi um sucesso! e a agenda do artista já conta com mais de 20 shows agendados até o mês de novembro em vários estados do Brasil como São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Maranhão e Bahia. Lamentamos o ocorrido e esperamos que a Produção e o Artista possam dar uma satisfação aos seus inúmeros fãs, especialmente aos 300 que compareceram ao Evento em Araci-BA.

Veja o vídeo abaixo:



Fonte: MonteSanto.net
Vídeo: Reprodução Facebook

GOLPE DA MÍDIA NA DEMOCRACIA: LIÇÕES QUE A HISTÓRIA NOS MOSTRA


A mídia hegemônica não desiste: vanguardeia o impeachment. Gosta, sempre gostou de golpes. Nunca se acostumou verdadeiramente à idéia de democracia. É bom sempre estar atento à história, às lições da história. Foi parte essencial do golpe de 1954, só abortado pelo suicídio de Getúlio. Fez o que pôde para a desestabilização de Juscelino. Entrou de cabeça na articulação do golpe de 1964, cúmplice inegável de um regime de terror e morte. Foi complacente com a ditadura. E quando sobreveio a vitória de Lula em 2002, a mídia hegemônica sacou as armas todas de que dispõe, abandonando liminarmente os critérios jornalísticos, e passou a combater cotidianamente o projeto político em curso, desprezando as regras democráticas, lixando-se para o Estado de Direito. Haja ou não a proposta do impeachment, tenha sido ou não apresentada, tenha ou não razões para ela, a mídia não tira a palavra impeachment da manchete principal. Leram o Estadão hoje? Nossa mídia quer naturalizar o golpe, quer fazer crer que o tapetão que se pretende tem legitimidade, para além da inegável integridade da presidenta Dilma, que até os adversários reconhecem. Como diria Judith Brito em 2010, já que a oposição é fraca, a mídia deve fazer o papel da oposição, assumir sua feição partidária, nunca negada. A consciência democrática do Brasil não aceita o golpe. Tenha o nome que tiver. Quem quer o governo, dispute eleições. Democraticamente. Golpe, nunca mais!Profº e Secretário do Minicom: Emiliano José

terça-feira, 25 de agosto de 2015

CULTURA TEATRAL- "SONHOS DE UM PALHAÇO" DIA 27 DE AGOSTO EM MACETÉ





Arte e entretenimento.


No dia 27 de agosto  o povo de Maceté vai receber diretamente de Euclides da Cunha a apresentação da Peça Teatral Sonhos de Um Palhaço, uma realização da Companhia Teatral Saída de Emergência em parceria com o coletivo de Jovens. 

O monologo é interpretado por Israel Santana e dirigido por Carlos Carneiro.

Nosso portal que tem por objetivo atuação nas questões de interesse social da nossa comunidade e do município é parceiro da ação cultural e convida todos a assistirem a peça, por entender a sua importância tanto como entretenimento e como ação  de difusão cultural.


Onde: Espaço da Associação/Maceté
Quanto: R$ 3 
Horário: 19H

terça-feira, 21 de julho de 2015

PRECISA DE AJUDA: Jovem de Quijingue cria campanha solidária na web para poder fazer transplante

Até sete meses atrás, o jovem Marcelo da Silva Santos, 24 anos, morador da cidade baiana de Quijingue tinha uma vida normal, porém após sentir um mal estar foi levado até o hospital e acabou sendo diagnosticado com Leucemia, a partir daí o jovem iniciou uma longa e incansável luta pela vida.
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Foram várias quimioterapias, 27 dias na UTI, duas paradas cardíacas e para completar os médicos detectaram uma bactéria que afetou todos os órgãos de Marcelo, seus movimentos foram comprometidos e o mesmo poderá carregar sequelas para o resto da vida. Assim como milhares de nordestinos, o quijinguense é daqueles que não desiste nunca, recentemente surgiu a possibilidade da realização de um transplante de medula em Recife, sem condições financeiras para arcar com as despesas ele resolveu tentar buscar ajuda na internet.
Marcelo criou com o auxilio da família uma campanha no site:www.vakinha.com.br que tem como meta arrecadar R$ 15.000,00 (quinze mil reais)  quantia suficiente para arcar com todas as despesas e tratamento do mesmo.
Como geralmente não se conhece a causa da leucemia, o tratamento tem o objetivo de destruir as células leucêmicas, para que a medula óssea volte a produzir células normais. O grande progresso para obter cura total da leucemia foi conseguido com a associação de medicamentos (poliquimoterapia), controle das complicações infecciosas e hemorrágicas e prevenção ou combate da doença no sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal).
11227639_1450509841940230_212840971817307641_nPara alguns casos, é indicado o transplante de medula óssea. O tratamento é feito em várias fases. A primeira tem a finalidade de atingir a remissão completa, ou seja, um estado de aparente normalidade que se obtém após a poliquimioterapia. Esse resultado é conseguido entre um e dois meses após o início do tratamento quando os exames não mais evidenciam células leucêmicas. Isso ocorre quando os exames de sangue e da medula óssea e o exame físico não demonstram mais anormalidades.
Você poderá ajudar com doação Clicando Aqui. No site da campanha tem a opção de gerar boleto de qualquer valor ou doar via cartão de crédito.
Se preferir poderá depositar qualquer quantia na Conta Poupança da irmã de Marcelo:
Banco: Caixa Econômica Federal
Agência: 3201 (Euclides da Cunha)
Operação: 013
Conta Poupança: 20765-1
Vanessa Moura da Silva (irmã)


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sábado, 18 de julho de 2015

Polêmica: Vereador Clóvis recebe intimação por acumulação ilegal de cargos


O vereador Clóvis Cavalcante da Silva foi intimado pela Comissão de Processo Disciplinar para responder ao processo de acumulação ilegal de cargos públicos.

A Comissão de Processo Disciplinar foi instituída pela Prefeitura de Quijingue no dia 17 de Junho para apurar a acumulação de cargos do vereador Clóvis Cavalcante da Silva.

De acordo com a Comissão Disciplinar, Clóvis teria acumulado os cargos de Professor e Técnico na Contabilidade. O que configuraria uma ilegalidade.

Como se sabe, somente após a nova gestão assumir o comando da prefeitura em 2013 é que o também professor passou a assumir seu posto em sala de aula com 40 horas, ou seja antes disso, recebia sem trabalhar?

Outra questão que se precisa levantar, o por que de somente agora que a prefeitura resolveu instaurar a comissão? 

Clóvis tem até dia 19 de julho, amanhã,  para responder à Comissão e a sociedade quijjinguense.


Quijingue.com

sexta-feira, 17 de julho de 2015

" NÃO HÁ VAGAS" JOVENS EXIBEM EM PRAÇA PÚBLICA O FILME QUE RETRATA DESCASO NO CEMITÉRIO DE MACETÉ

O curta metragem de 5 minutos aborda de forma humorada o descaso do poder público com o cemitério de Maceté. Alvo de diversas matérias deste canal e  o problema prevalece.

Construído no início dos anos 60, o cemitério atende diversos povoados da região circunvizinha e passa por situação de péssima conservação, paredes rachadas, insuficiência na capacidade para enterrar corpos, o coveiro muitas vezes é obrigado a retirar restos de outros corpos, como já nos afirma,Jonas.



A população sempre se manifestou sobre o descaso e cobra das autoridades uma solução, nunca o poder público se manifestou sobre o caso. Neste sentido é que os jovens atores usaram o tema para denunciar e exigir solução. Nosso canal parabeniza os jovens pela criatividade.

Assista o vídeo Aqui


quinta-feira, 11 de junho de 2015

Convite da prefeitura: Audiência pública sobre o plano municipal de educação

A Secretaria de Educação de Quijingue convida a população em geral para a audiência pública sobre o Plano Municipal de Educação, a ser realizada no dia 13 de junho no CEAQ, as 09 h.


quarta-feira, 10 de junho de 2015

Política e poder em Quijingue na ótica de Maquiavel

Por Bruno Maceté



Nicolau Maquiavel é considerado o pai da ciência política moderna, ele pensou a política  na sua pratica como ela é  ao contrario de como deveria ser, inaugurando assim uma nova era em nossa ciência.

Ele desenvolve um pensamento expresso no livro "O príncipe", o qual se tornaria o livro de cabeceira dos políticos como dizem os autores, mesmo que tenham usado seu pensamento de  forma distorcida usando apenas a primeira parte, a conquista do poder.

Tendo o PODER  como  tema central da obra, Maquiavel vai afirmar que o grande governante não é aquele que conquista o poder, mas sim aquele que conquista e mantém, manter não de forma tirânica naquela época  ou de forma que cause desgaste a sociedade em dias atuais, mas sim de forma que o lavasse a conquista da glória, respaldo popular, esse que viria fruto do reconhecimento da população pelos seus feitos na sociedade, podemos dizer atualmente ampliando a cidadania da população.

Maquiavel expressa que para o governante conquiste  o poder e a glória, este precisa ter capacidade de lhe dar com dois aspectos decisivos, a virtú e fortuna.  Virtú, entendida como   habilidade, astucia de conduzir politicamente um governo ou projeto político e tomar decisões coerentes, bem sucedidas  que se colocam de formas  inesperadas na contingência política e imposta pela fortuna, o acaso que pode vir a ser sorte ou não.

A fortuna pode estar favorável em algum momento, mas isso não garante sua permanência, se não houver virtú por parte do governante este não conseguirá ultrapassar os momentos difíceis, fruto da falta de sorte imposta pela fortuna ou ausência de virtú.

Diante disso, como pensar a política em Quijingue sob a ótica maquiaveliana, e como o atual governo tem se relacionado com a virtú e a fortuna.

É certo que  com o histórico que Quijingue vivia, o momento da tomada do poder liderado pelo grupo de oposição em 2012, contou com a fortuna, entendida ai como um contexto socio-político favorável a sua chegada ao poder, fruto da insatisfação coletiva diante dos poderes constituídos anteriormente. Podemos dizer que o grupo aproveitou bem esse momento e conseguindo chegar ao poder, mas  não só por suas capacidades, mas também por incapacidade de permanecia do adversário.

Segundo Maquiavel, um bom governante pode ser analisado pelo reconhecimento que o povo lhe credibiliza, pela  sua capacidade de se perpetuar no poder e conquistar honrarias dadas pelo próprio povo como forma agradecimento pelos feitos.

Em Quijingue o que pensar na ótica de Maquiável sobre um governo que conquistou o poder, tendo conseguido a junção virtú coletiva  e a fortuna, (virtú  coletiva no sentido  de que a conquista não partiu de um príncipe como em Maquiavel , nem de um líder) mas  sim de uma coletividade insatisfeita e que colocava a necessidade de  alternância de poder, a qual foi liderada pelo atual prefeito.

Neste sentido, podemos pensar que o atual governo teve maior fortuna ao seu lado no primeiro momento quando conquistou o poder, mas diante das dificuldades que vem sofrendo, vem lhe faltando  virtú para conduzir o processo político de governo.
Não há liderança individual ou grupal clara que direcione o projeto para algum lado ( se é que existe projeto),  que  aponte e trilhe caminhos  propositivos e que afirme diante dos que compõem o governo  os  objetivos a alcançar e que construa os meios para os fins desejáveis.

Diante da fraqueza na condução política atual  fica aberta a possibilidade  da fortuna se colocar do lado adversário, e podendo tomar o poder que este deixará vago, vago pelo fato de que se o poder   vir a ser conquistado pelos adversários, não será conquistado por Virtú adversária, mas sim falta de virtú do atual governo  em não saber aproveitar a oportunidade de fazer uma nova história digna em Quijingue a qual se dizia discursivamente.

Nestes anos de governo, o que se ver é uma fragilidade de ordenamento político seja fruto das dificuldades da máquina  ou incapacidade do gerenciamento político seja pelos lideres maiores, ou pelo corpo político geral.
Nesse clima de instabilidade gerada pelo próprio governo, abre brecha para a fortuna se colocar no lado oposto, 2016 é logo ali.  Se ver que  oportunidade semelhante será difícil encontrar caso percam o poder, Maquiavel precisa ser relido com mais atenção caso queiram manter no tão cobiçado posto de poder.





sábado, 6 de junho de 2015

“Não há Vagas” Jovens produzem filme sobre o descaso no cemitério de Maceté



Jovens de Maceté narram através de filme a situação precária que se encontra o cemitério da comunidade. Confira o filme Aqui

Construído no início dos anos 60, o cemitério atende diversos povoados da região circunvizinha e passa por situação de péssima conservação, paredes rachadas, insuficiência na capacidade para enterrar corpos, o coveiro muitas vezes é obrigado a retirar restos de outros corpos, como já nos afirmou, Jonas.

Nosso blog já fez diversas postagens demonstrando a péssima condição que se encontra o cemitério, tanto ainda na gestão do ex Prefeito Joaquim como a atual de Almirinho, o fato é que a população continua a clamar por solução, veja os links abaixo.


No sentido de reivindicação é que os jovens usaram o humor para denunciar o descaso, o filme é resultado da Oficina Audiovisual realizada na comunidade inicio do mês de março, a qual foi financiada pelo Edital calendário das Artes, Funceb/Secult. 

Confira outro link do filme Aqui


Elenco- Jaciara Passos, Eduarda Moura, Danrley Gomes, Vitor Aleixo, Kleomar Motta, Felix Motta, Camila e Marilia Alves.
Oficineiros – Danilo Umbelino e Bruno Maceté.





    

sexta-feira, 29 de maio de 2015

A comunidade de Maceté resgata sua história: 122 Anos da passagem de Antônio Conselheiro

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Este ano, o Fogo de Maceté foi com chuva. Muita chuva. Um motivo a mais para celebrar os 122 anos da passagem de Antônio Conselheiro pelas terras da comunidade que dá nome ao evento.
Estávamos no povoado Maceté, município de Quijingue, mais precisamente na Escola Municipal Tertuliano da Silva. Dia 23 de maio (sábado) era o segundo dia da programação e a agenda cultural diversificada estava lotada.
Durante os três dias do evento, o local recebe visitantes de diversas comunidades e cidades vizinhas. A presença de jovens é marcante e não é difícil logo descobrir o porquê: tudo por aqui é organizado pelo Coletivo de Jovens.
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Representante da BF fala sobre a proposta da visita
Este ano, o Fogo de Maceté contou com uma visita, digamos, diferenciada. Bernardo Carvalho é fotógrafo, membro da BrazilFoundation, organização internacional que apoia iniciativas do Coletivo Regional Juventude e Participação Social, e veio dos Estados Unidos para registrar imagens e colher depoimentos de jovens sobre o impacto e transformação que o Coletivo tem na vida de cada um.
O dia começou com a apresentação do documentário Ser-Tão Quijinguense, uma crítica a respeito da reforma da Praça Tiradentes, localizada no centro da cidade de Quijingue, e que, segundo relatos de moradores, está desconfigurando a história do local, sobretudo pela derrubada de árvores históricas e mudanças na arquitetura original do coreto, construção que é marco da história da pacata cidade.
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Eduardo, membro do Coletivo de Euclides da Cunha
Frente aos cliques do fotógrafo brasileiro com sotaque nova-iorquino, resultado dos longos anos de vivência no país norte-americano, alguns jovens relataram as mudanças que o Coletivo os proporcionou. Eduardo Damasceno, jovem, agricultor familiar da cidade de Euclides da Cunha foi certeiro com as palavras, as quais denotam vasta experiência de luta com movimentos sociais. “Estou desde 2008 no CRJPS e digo que sessenta por cento da minha formação política foi o Coletivo que me ensinou”.
Um pouco depois é possível pescar na fala de Paulo Abreu, jovem da comunidade de Algodões (Quijingue), o resumo do seu sentimento de integrar o Coletivo Regional. “A partir do momento que eu conheci, eu me apaixonei”.
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Jovem sempre destaca origem indígena
Mas talvez uma frase do índio Adelson Reis, que viajou muitos quilômetros de estrada de chão e tantos outros sobre o asfalto, aponte uma das diretrizes principais do CRJPS. “O Coletivo me abriu várias outras oportunidades. Eu dedico todas as minhas vitórias, todas as minhas conquistas ao Coletivo”.
No dia 26 de maio de 1893, a comunidade do Maceté foi palco de um violento combate entre os seguidores de Antônio Conselheiro e a força policial do Estado da Bahia. Dos dois lados, muitos morreram. O Fogo de Maceté, também chamado de “Fogo do Viana”, tem o objetivo de lembrar essa data pela importância do episódio histórico, e é um momento oportuno, também, para disseminar entre os jovens a verdadeira história sobre a Guerra de Canudos. Essas informações foram confirmadas pelo jovem Bruno Maceté, filho da terra e pesquisador do tema.
fogo (8)
Bernardo realizou entrevistas com diversos jovens do CRJPS para mapear as mudanças a partir do projeto
Bernardo, o brasileiro com sotaque nova-iorquino, gostou do que viu. Acostumado a fotografar e registrar depoimentos de integrantes de diversos projetos apoiados pela BrazilFoundation, ele disse que o trabalho desenvolvido pelo CRJPS faz uma grande diferença na sociedade. Recebeu das mãos de uma jovem uma camisa do evento e foi obrigado a inverter de lado. De fotógrafo, passou a ser fotografado.
fogo (6)
Jovem do Maceté entrega camisa do evento para Bernardo
A luta do Maceté ainda não terminou. Cessou o fogo, mas os gritos da comunidade ainda ecoam por melhoras. E como arma de fogo é proibida, a juventude, que assume a linha de frente nessas novas batalhas, lança mão de outro artifício para provocar o poder público: a arte. “Não há Vagas” é um documentário, uma produção bem humorada que retrata o problema da superlotação do cemitério da comunidade. O curta é resultado de uma oficina de audiovisual desenvolvida este ano com jovens de algumas comunidades do município.  A coordenação e execução das oficinas foram de Bruno Maceté e Marcos Leone, dois jovens frutos do Coletivo Regional Juventude e Participação Social.
A paisagem da Serra de Algodões, também chamada de Serra de São Sebastião, ilustra outro documentário produzido durante a oficina e intitulado como “Aos Pés da Serra”. O vídeo mostra Adriano Mota, artesão e morador, relatando as impressões e a relação dele com o local, de onde ele diz extrair a matéria prima para realizar seu trabalho.
fogo (2)
Redução da maioridade penal e depressão foram temas de debates entre os jovens
Ao final da tarde, o frio que agraciava o espaço do evento foi amenizado com um debate caloroso e enriquecedor sobre a redução da maioridade penal. A discussão foi conduzida por Dailson Andrade, membro da coordenação do CRJPS. A psicóloga Gilma Reis, egressa do Coletivo de Jovens da cidade de Araci, coordenou uma discussão sobre depressão, o mal do século XXI, tema que despertou a atenção e participação de todos os jovens durante a rodada de diálogo.
fogo (11)
Cia teatral de Canudos trouxe o espetáculo para o Maceté
À noite, crianças, jovens, adultos e idosos lotaram o espaço da escola para assistirem a encenação da peça Melelego, da Companhia Teatral de Canudos, e que retrata a história da Guerra de Canudos de uma forma que não fora contada nos livros de História. A título de curiosidade, melelego é um prato típico da cidade histórica de Canudos, similar a uma feijoada.
Com o fim da apresentação teatral, a praça principal do Maceté se transformou num grande palco a céu aberto para receber o grupo local de reisado. A partir daquele momento, o frio era imperceptível e a garoa não incomodava, mas agraciava todo aquele povo alegre, que cantava e dançava divertidamente.
Josevaldo Campos
Redação Portal Tucano

segunda-feira, 18 de maio de 2015

122 ANOS DO FOGO DE MACETÉ- PROGRAMAÇÃO NOS DIAS 22,23 E 24



A comunidade de Maceté se prepara para a celebração da passagem de Antônio Conselheiro pelo povoado a qual marca sua  história. Dia de 26 de maio de 1893, conselheiristas armados de espingardas de caça, foice, facão e muita bravura enfrentaram o ataque policial composto por 35 soldados que fora enviado para massacrar os sertanejos. Estando em processo de rezas proferidas pelo Beato, o povo é atacado e resistem bravamente causando a fuga dos soldados, o saldo negativo foi a ocorrência de várias mortes.

Durante alguns anos, desde 2007 diversas atividades foram realizadas em prol do resgate histórico  e sua importância para a memoria da comunidade e do município de Quijingue.   Há três anos, as realizações tem sido organizadas constantemente de forma diversificada  tendo diversas parcerias importantes.

Este ano de 2015, na celebração do 122 anos do Combate, será lembrado o centenário do professor José Calasans, falecido em 2001.

Calasans é considerado um dos maiores estudiosos do Brasil na temática da guerra de Canudos, consequentemente teve sua grande contribuição com os estudos sobre o histórico combate em Maceté. O professor é um dos responsáveis por evidenciar e registrar em livros sobre os aspectos mais intrínsecos relacionados ao combate como informações sobre o Viana, e demais relatos conhecidos por todos nós.

Este ano, em parceria com a prefeitura de Quijingue uma programação diversificada está sedo organizada para acontecer em Maceté, entre os dias 22 e 24.





sábado, 25 de abril de 2015

Coletivo Municipal de Jovens de Quijingue realiza a segunda Assembleia Geral em Maceté


O encontro contou com a presença de 28 jovens de Maceté, Algodões, sede e Terra Branca.

O Coletivo Municipal de Jovens de Quijingue realizou na manhã deste sábado (25), na escola municipal Tertuliano, povoado de Maceté, a segunda Assembleia Geral de planejamento para execução dos trabalhos e ações do próximo biênio. O encontro contou com a presença de 28 jovens de Maceté, Algodões, sede e Terra Branca.

  


Membros do Coletivo Municipal Jovens de Quijingue
A reunião foi dividida em dois eixos: primeiro o jovem Jarbas Abreu, membro do Coletivo, trouxe temas importantes para serem discutidos em plenária: - Origem e evolução do Capitalismo, Luta de classes, Redução da maioridade penal e a tão polêmica lei das terceirizações, o PL 4330.
Jarbas Abreu falando sobre a redução da maioridade penal
Na segunda parte da reunião, tivemos mais uma vez a participação do jovem Joelnir Santana, também  membro do Coletivo, dirigindo a reunião, dando continuidade as atividades de planejamento dos trabalhos e ações do Coletivo Municipal de Jovens para o próximo biênio, que tinham sido iniciados na primeira Assembleia Geral, que aconteceu no último dia 14 de março de 2015. A Assembleia teve sua conclusão ao meio-dia.

Joelnir Santana explicando métodos de planejamento
Informações: Blog Coletivo Municipal 

sexta-feira, 17 de abril de 2015

REMEMORANDO A SECA DE 1915

Por José Gonçalves 


Cândido Portinari: Os retirantes

Há cem anos tinha lugar a seca de 15, tida como uma das piores estiagens da história do nordeste, particularmente do Ceará, onde o fenômeno se projetou com maior intensidade, assumindo proporções assaz aterradoras.

A seca de 1915, que inspiraria obras de vulto, como o romance “O Quinze”, da cearense Raquel de Queiroz, eclodiu no momento em que o nordeste ainda tentava se recuperar dos danos provocados pelas terríveis secas de 1877/79 e 1900, quando aproximadamente metade da população nordestina ou morrera de fome ou migrara para outras regiões do país, em especial para Amazônia, de onde nunca mais haveria de voltar.

Sem qualquer ação governamental que oferecesse condições infraestruturais de combate aos efeitos catastróficos das estiagens prolongadas, como ocorre ainda hoje, transcorrido já um século, a seca de 15 devastou grande parte do nordeste brasileiro, afetando drasticamente a economia regional e levando à morte milhares de seres humanos, entre homens, mulheres e crianças.

Na falta dos recursos mais elementares, as pessoas ingeriam o que estivesse ao seu alcance, como raízes, brós, beldroegas, mucunãs, insetos, ervas daninhas, e até mesmo animais infectados. Diante da necessidade extrema, valia a lei da sobrevivência, não importando ao faminto a qualidade do que era consumido.

Doenças relacionadas a esse tipo de calamidade logo começaram a se alastrar pela região, matando, sem piedade, principalmente velhos, crianças e pessoas debilitadas. Dentre tais moléstias, avultavam a varíola, o sarampo e a disenteria, além de uma série de outras enfermidades provocadas pela ingestão de água e alimento de péssima qualidade, como a enterite e a gastrenterite.

O escritor e humanista Rodolfo Teófilo, velho conhecedor do drama nordestino, assim descrevia os horrores da seca: “uma desgraçada mãe, só ossos e pelancas, morta no meio da estrada, no seio uma criancinha esquelética procurando sugar algumas gotas de leite do cadáver; um retirante animalizado, metido numa gruta, alimentando-se da carniça humana que encontrava nos caminhos; uma criança encontrada numa casa abandonada à beira do caminho, fechada na camarinha, caída de fome e chupada de morcegos, que lhe cobriam o corpo como um lençol negro; um desgraçado retirante estirado na estrada, no marasmo da fome, sem forças para mover um músculo, cercado de urubus vorazes e famintos, que não esperam a morte da vítima, mas a apressam, vazando-lhe os olhos com o bico adunco...”.

Ao invés de adotar iniciativas que atendessem o sertanejo no seu torrão de origem, evitando seu deslocamento para outras paragens, o governo, no caso específico do Ceará, optou por encerrar os flagelados em um “campo de concentração”, nos arredores de Fortaleza, onde mais facilmente poderia distribuir suas migalhas. Encurralados e reduzidos à condição de animais, aqueles homens e mulheres tornavam-se cada vez mais vulneráveis, perecendo aos centos, aos milhares, em consequência das inúmeras enfermidades, que por lá grassavam a todo instante.

Era nessas circunstâncias que, a cada dia, levas inteiras de retirantes cruzavam o nordeste brasileiro, na busca ilusória de melhores condições. Em  “O Quinze”, Raquel de Queiroz põe em cena a saga de Chico Bento que, após abandonar terra e criatório no interior do Ceará, parte com a família em direção ao litoral, na esperança de dias melhores.

Ao longo da árdua e tormentosa jornada, dita família de migrantes experimentará todos os rigores da estiagem, a ponto de presenciar a morte, em virtude da fome, do primogênito Josias. Cada vez mais mergulhados na trágica e brutal realidade da seca, e desfeitas as esperanças de uma vida melhor, distante das agruras vivenciadas no torrão de origem, também eles acabam esbarrando no famigerado “campo de concentração”, que se converteria mais tarde em “campo santo”, na palavra balizada de Rodolfo Teófilo.

Passado um século, desde aquele doloroso flagelo que se abateu sobre o nordeste do Brasil, pouquíssima coisa se fez no sentindo de combater ou, pelo menos, minimizar os efeitos nocivos da seca (visto ser esta condição intrínseca à conformação climática do nordeste e, portanto, inevitável).

Depois de 15, o nordeste voltaria a experimentar outros longos e severos períodos de seca, como os que se registraram nos anos trinta, setenta e oitenta do século passado. Os governos, no entanto, mantiveram-se indiferentes, pouco fazendo para enfrentar a questão. Neste momento em que áreas inteiras (tanto do nordeste como do sudeste) estão sendo afetadas pela falta de água e seus efeitos deletérios, quase nada vem sendo feito para solucionar o problema. Em lugar de investir em modelos inovadores de convívio com a escassez de chuvas, utilizando o próprio potencial do nordeste, o poder público teima em manter os velhos e superados expedientes, que, de há muito, contribuem para o atraso do nordeste.

Ocorre que as secas representam um negócio altamente lucrativo, havendo quem delas obtenha vantagens e privilégios. A cesta básica e o carro-pipa, irmãos siameses das estiagens, são usados sistematicamente para fins eleitoreiros, alimentando a dependência econômica e alargando o círculo vicioso da miséria. É a chamada “indústria da seca” que vive e se abastece à custa da dor e do sofrimento das pessoas menos aquinhoadas.
Urge – nunca é demais repetir – que se adotem medidas, não de combate à seca, como se propôs por longo tempo, e sim de convivência com a mesma.  Para tanto, é necessário que se construam políticas públicas capazes de prevenir os efeitos maléficos das estiagens e ao mesmo tempo preparar o sertanejo para a vida no semiárido.

José Gonçalves do Nascimento
Poeta e cronista

jotagoncalves_66yahoo.com.br

sexta-feira, 10 de abril de 2015

JOVENS BUSCAM APOIO PRA CONCRETIZAR UM GRANDE PROJETO CULTURAL EM MACETÉ

Está sendo construído em Maceté/Quijingue um grandioso projeto, considerado um marco  na comunidade e também no município pelo caráter inovador, fruto da organização coletiva dos jovens como da sua importância para educação e cultura em geral.


O  projeto se destina a organização de um Espaço Cultural, composto por uma Biblioteca Comunitária, onde as pessoas poderão ter acesso a leitura e empréstimos de livros, um Museu, onde serão preservados peças da cultura regional, além da organização de um  acervo histórico que trata da história da comunidade, como também a possibilidade de criação de uma videoteca.

O projeto teve seu embrião em 2012, quando organizamos a celebração dos 119 anos da passagem de Antonio Conselheiro por Maceté  e conseguimos diversos livros para doação entre os alunos da Escola Tertuliano, por serem muitos livros, resolvemos pensar na iniciativa da biblioteca comunitária, pois o acesso aos livros seriam difundidos de forma mais ampla para as pessoas da comunidade e demais interessadas, explica os jovens.


Durante esse período foram ocorrendo diversas doações de pessoas e instituições como a Biblioteca Pública do Estado e hoje após quase três anos, dispomos de uma quantidade razoável para darmos inicio ao projeto, com mais de mil livros.

O projeto será organizado no antigo Açougue, espaço público da prefeitura onde se encontrava inutilizado por  mais de 10 anos, sendo que é possível firmar apoio com o poder público.

Entendemos a grandeza do projeto e os frutos que poderemos construir no futuro, onde estaremos incentivando nossas crianças e demais  jovens a entrarem no mundo da leitura, como pratica importante para a formação dos indivíduos onde possam tornar sujeitos capazes de trilhar rumos promissores na sociedade.

Porém o projeto carece de apoios para se concretizar, os jovens estão fazendo uma campanha solidária para arrecadar fundos para custear a organização do espaço, além de objetos que possam compor o espaço como mesa, armário, livros, esteiras de palha entre outras.

Quem puder ajudar, segue os dados bancários

Ag- 3515 7
Cont- 1007512 2
Danrlei  Gomes de Souza

Poupança Bradesco

Segue carta dos jovens à população https://www.facebook.com/ColetivoDeJovensDeMacete?fref=ts 




terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA OFICINA AUDIOVISUAL GRATUITA EM MACETÉ


Estão abertas as inscrições para oficina de Audiovisual gratuita em Maceté, o projeto é apoiado através da 2ª Chamada do edital Calendário das Artes 2014, da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), entidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), e conta o apoio da Prefeitura Municipal.

O projeto tem como propósito introduzir a linguagem audiovisual aos jovens e demais interessados pela área, com uma breve formação teórica e pratica sobre a sétima arte, onde no final da oficina os jovens colocarão o aprendizado em pratica realizando vídeos de ficção ou documentário. 

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

OFICINA DE AUDIOVISUAL GRATUITA EM EUCLIDES DA CUNHA


  

Estão abertas as inscrições para oficina de Audiovisual gratuita em Euclides da Cunha, o projeto é apoiado através da 2ª Chamada do edital Calendário das Artes 2014, da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), entidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), e conta o apoio da Prefeitura Municipal.

O projeto tem como propósito introduzir a linguagem audiovisual aos jovens e demais interessados pela área, com uma breve formação teórica e pratica sobre a sétima arte, onde no final da oficina os jovens colocarão o aprendizado em pratica realizando vídeos de ficção ou documentário. 

O projeto será realizado no Colégio Educandário Oliveira Brito, as inscrições podem ser feitas através da internet ou presencial, informações no cartaz.



Faça sua inscrição no link a seguir

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Oficinas de Audiovisual são realizadas com jovens de Quijingue e Algodões

Jovens de Quijingue

Durante o período de 05 a 12 de fevereiro diversos jovens do município de Quijingue participaram das Oficinas de Audiovisual realizadas através do Edital Fundo de Cultura da Secretaria do Estado, tendo também o apoio da Prefeitura Municipal.
Jovens de Algodões

A primeira oficina ocorreu em Algodões na escola Tancredo Neves, onde os jovens puderam ter contato com a área cinematográfica, podendo despertar um olhar critico e artístico sobre as imagens que são colocadas em nosso cotidiano constantemente.

Em Quijingue aconteceu no histórico CEAQ. Com a mesma estrutura de realização, os jovens tiveram uma breve introdução teórica sobre o cinema e posteriormente colocariam o aprendizado em pratica.

Em cada oficina os jovens produziram diversos vídeos como produto do aprendizado e que será divulgado assim que forem finalizados.









terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

CULTURA: OFICINA GRATUITA DE AUDIOVISUAL COM JOVENS INICIA NESTA QUINTA FEIRA EM ALGODÕES


O Projeto foi contemplado pelo Edital Fundo de Cultura da Secretaria de Cultura do Estado, tendo como caraterística  a inserção de jovens da região sertaneja no campo do audiovisual com oficinas introdutórias onde terão uma breve formação técnica e artística, onde serão capazes de exercer criatividades individuais podendo produzir seus próprios vídeos sobre temáticas variadas.

O projeto foi elaborado e produzido pelos jovens Marcos  leone e Bruno Maceté, ambos filhos do município e residentes em Salvador. Para a realização em Algodões contribuem alguns parceiros como a Prefeitura de Quijingue, o Colégio Tancredo Neves na figura do secretário escolar Jarbas Abreu, e na organização de produção Marcos Leone e Maria Letícia.

As oficinas serão orientadas por Danilo Umbelino, Bacharel em Artes com Especialização em Cinema  e Audiovisual pela Ufba e Bruno Maceté, Bacharel em Humanidades, pela mesma universidade, ambos já produziram documentário sobre a comunidade de Maceté e diversos curtas metragens em Salvador. Danilo carrega no currículo diversos prêmios em festivais e mostras na Bahia e no Brasil com os filmes "O Menino Invisível" e "lapso".

Segue a lista de jovens contemplados com o projeto que ocorrerá em Algodões, beneficiando também outras comunidades, logo em seguida nos dias 09, 10 e 11 o projeto será realizado em Quijingue.



Nomes:


Marcel Abreu Pereira
Amanda Marques 
Raiane Rodrigues
Bruna Ketleny Matos
Weslaine dos Santos Canuto
Danrley Rodrigues dos Santos
Maryane Abreu Santos
Maria Taynan Santana
Gabriel Silva Brandão
Mirele Costa Mota
Suelen de Santana Silva
Vinicius Henrique Pereira
Clériston Gama
Valmir Barreto
Marilia Santana Santos 
Lourivania Francelina Moura
Taiane Marques 
Liniara Dias Gois
Mateus Santana 
George Santana
Jarbas Abreu

Maria Leticia